Arquivo da Categoria: Propaganda

11 de Setembro X Tsunami

11 de Setembro X Tsunami

Por: DDB Brasil

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Próximos da comemoração (sim, eu comemoro!) do incidente do 11 de Setembro, a DDB Brasil criou uma peça intrigante (e fabulosa) para a WWF Brasil, que liga o fato aos problemas ambientais, afirmando que “O Tsunami matou 100 vezes mais pessoas do que o 11 de Setembro de 2001. O planeta é extremamente poderoso. Respeite-o. Preserve-o.”

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Qualquer estadunidense que se deparar com o anúncio vai odiá-lo, mas ainda assim não se pode negar que esse é o tipo de peça que reúne intriga, impacto, polêmica e genialidade. Dá vontade de gritar um PQP depois de vê-la, não dá?

Parabéns a parceria! Acredito que só através de impacto e polêmica, nesses casos, é que se pode conscientizar as pessoas.

1+1=3

1+1=3

Lembram do 1+1=3 das aulas de Redação Publicitária I?

Perdoe-me quem não cursa Publicidade e Propaganda, mas resumindo, o 1+1=3 é uma peça publicitária muito, mais muito hilária, que só os inteligentes vão entender. Foge do comum, do óbvio e passa a mensagem de uma forma quase que… Artística?

Ah, sei lá, vamos todos ler Zeca Martins, aí entenderemos. Pronto!

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Acesse http://www.desencannes.com e confira várias peças hilárias – e algumas idiotas também. E eu acho que eu não preciso explicar que elas não são de campanhas reais. (Eu sei que todo mundo já conhece esse site, mas façam de conta que é novidade e tal)

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Beijomeliga!

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Havaianas FIT

Havaianas FIT

Por: AlmapBBDO

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Sinceramente, a nova Havaianas FIT não é grande coisa. Na minha opinião é só mais uma daquelas variações que a marca faz todos os anos, pra continuar na boca do povo, chamando a atenção e vendendo. Mas, A campanha de lançamento da é B Á R B A R A !

Fã da Agência AlmapBBDO, que tem a conta da Havaianas já há muitos anos, sou suspeita para falar. Mas de qualquer forma, achei as peças lindas, coloridas e criativas, combinando perfeitamente com o verão que se aproxima. Pra fechar com chave de ouro, a redação das peças é incrível: simples, engraçada, feminina. Mérito de Rynaldo Gondim.

É, eu amei.

Então aqui, em primeira mão, confiram as peças retiradas agorinha, fresquinhas do site da Almap. (Sim, eu dei print, por isso estão com o “anterior” e “próximo”. Isso não faz parte das peças, HAHA!)

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Havaianas 1

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Havaianas 2

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Havaianas 3

Hoje, é sexta-feira!

Hoje, é sexta-feira!

Assista ao vídeo abaixo!

Ah, não quer? Não está com vontade?

Que diabos está fazendo aqui no blog, então?

Vamos! Assiste logo!

Porque ele?

Primeiro, pela minha nítida paixão por música. Segundo, pela minha nítida pulga atrás na orelha com a Coca-Cola. Terceiro, pela minha filosofia de vida, de aceitar que todos somos diferentes uns dos outros, mas que ninguém é melhor do que ninguém, mas sim que juntos, unindo nossas diferenças, podemos ser um povo mais bacana.

É, eu boicoto a Coca, e boicoto mesmo! Só que os comerciais da maldita são bons! São uns dos poucos comerciais brasileiros que me fazem sentir aquele arrepio, que começa lá na ponta do dedão e se espalha pelo corpo todo. Não querendo desprezar os comerciais brasileiros, longe de mim. Tem muita coisa legal aqui. Mas poucos que me fazem sentir isso, sabe?

É inexplicável! O que o líquido Coca-Cola não consegue fazer comigo – porque eu, particularmente, não gosto – os comerciais fazem! É aquele sentimento, aquele arrepio que descrevi antes, e que ainda termina com um puta suspiro: “Que demais!”

Não acham?

Contradições de uma (quase) publicitária [socialista]

Contradições de uma (quase) publicitária [socialista]

Por: Luciene Ferrari

É engraçado quando paramos para analisar como foi que chegamos até aqui. Geralmente, a gente só vive, porque a vida é assim mesmo, muito corrida, nunca temos muito tempo de parar para pensar em nossas escolhas e nas conseqüências que elas nos trarão. Aí, quando olhamos para trás, percebemos que, mesmo sem querer, a vida nos leva para lugares, e nos leva até pessoas, que tem muito em comum com a gente: é como se fosse tudo programado, como se tudo estivesse conectado!

Incrível, e ao mesmo tempo assustador. Vejam bem: Em 2005, sem muita noção do que eu realmente queria para a minha vida, entrei em um curso técnico em design gráfico. Um ano e meio depois, ainda sem muita noção do que eu queria, eu precisava buscar um estágio na área, para concluir o curso e me formar. Foi então que procurei o Cooperjornal, jornal da cidade de Três de Maio, e consegui um estágio lá. No fim das contas, o curso só me fez perceber que eu não tinha vocação alguma para designer, mas por outro lado, tive um contato maior com a área de Publicidade e Propaganda, e foi nisso que resolvi investir.

Tempo depois, já com alguma noção do que eu queria para a minha vida, buscava constantemente provar a mim mesma que a publicidade não tinha só o objetivo do lucro, não servia para manipular a mente das pessoas a consumir e consumir cada vez mais. Ao longo da faculdade, percebi que não é assim que as coisas funcionam, pelo menos não com essas palavras: há sempre uma maneira mais amena de explicar esses fenômenos que a publicidade causa. Graças aos céus, né, assim me sinto menos culpada!

Porque eu, justo eu, que sempre fui tão esquerdista, socialista, comunista, anarquista, e todos os tipos de “ista” que, de uma forma ou de outra, sempre pregaram a igualdade entre os homens, a abolição do capitalismo e do consumismo exacerbado?! Justo eu, agora apaixonada por um curso que me tornará uma profissional que sobreviverá desse consumismo maluco, que destrói a mente das pessoas, e as faz cair numa utópica ilusão de que consumir, sempre mais, as deixara mais realizadas.

Mas, como citado no início do texto, uma coisa leva a outra, e tudo parece estar conectado. Hoje, continuo na faculdade de Publicidade e Propaganda, mas não me martirizo mais com essas contradições que apareceram ao longo do meu caminho. Graças a faculdade, consegui um estágio em uma Incubadora de Economia Solidária, uma espécie de projeto com o objetivo de auxiliar pequenos empreendimentos de economia solidária, como grupos de artesãs e costureiras, grupos de catadores de materiais recicláveis, agricultores, entre outros.

Consegui conciliar o “lobo mau” que é a Publicidade e Propaganda, com uma nova alternativa para a economia mundial, a Economia Solidária, que possui todos os bons princípios que eu sempre busquei, prezei e preguei. Aprendi que quanto mais lutamos contra alguma coisa, mas ela nos persegue, e por isso tinha que ser assim. Eu não escolhi a Publicidade e Propaganda, ela que me escolheu, não para usá-la da forma tradicional como ela é usada, mas para aplicá-la em princípios que eu defendo, mesmo parecendo contraditório.

Será que consigo? Não sei, daqui alguns anos escrevo a conclusão desse texto. Talvez em minha tese de doutorado…

Sábado, sábado, sábado!

Sábado, sábado, sábado!

Boa tarde chuvosa, colegas.

Hoje, não é sexta-feira, mas é sábado. Atrasei, mas aqui estou, para postar e comentar sobre outra propaganda que considero muito boa. Essa, é um pouquinho mais atual, foi exibida no ano passado e não ficou muito tempo no ar, mas conquistou o público (principalmente os jovens) e recebeu muitos elogios.

A propaganda é de uma marca que, particularmente, não gosto muito, por ter uma índole duvidosa e, por ser americana. Entretanto, como uma boa (quase) publicitária, não posso negar a capacidade dessa marca, e o ótimo histórico de publicidade que ela carrega. Estou falando, nada mais, nada menos, que da nossa querida água suja capitalista, a Coca-Cola, e do seu comercial que lembra o jogo GTA.

Então, vamos lá…

Inspirado no jogo Grand Thef Auto, mais conhecido como GTA, cujo objetivo é “quebrar tudo”, esse comercial, veiculado em 2007, foi uma espetacular criação cercada de elogios.

Ray, protagonista do jogo (e do comercial) é um temido ladrão de carros, que já atacou Vice City e San Andréas, e seu mais novo alvo é a Coca-Cola. Porém, com apenas um gole da bebida, ele acaba mudando suas atitudes, resolvendo curtir e viver o lado Coca-Cola da vida.

O interessante é que o lançamento do comercial aqui no Brasil foi no mesmo dia em que o GTA recebeu ataques do Jornal da Band e pelo jornal EXTRA, que acusaram o jogo de influência negativa a jovens de classe média que cometeram crimes.

Se o jogo é má influência, não sei, mas que o comercial é muito criativo, isso qualquer um percebe. É a prova de que sim, a propaganda continua evoluindo, e não, não existem propagandas boas só na década de 90.

Hoje, é sexta-feira!

Hoje, é sexta-feira!

Andei reparando que este blog anda meio desanimado, sem vida. Nada de novo acontece por aqui. Claro, o blog é recente e tudo mais, ainda não tem o seu público fiel. Mas, para ter público, precisa ser atrativo.

Por isso, resolvi que as sextas-feiras serão dias de propaganda. Como uma boa (quase) publicitária, tenho que explorar um pouco mais esse mundinho, e claro, compartilhar com o público do meu blog: vocês! Então, a partir de hoje, sexta-feira, estarei disponibilizando aqui, vídeos de propagandas memoráveis, que considero as melhores de todos os tempos, e que, de certa forma, me inspiraram a entrar no mundo da publicidade e propaganda.

A partir disso, vocês podem estar comentando, dando suas opiniões e debatendo sobre a “escolhida” da semana!

Bom, vamos lá!

A propaganda escolhida de hoje marcou a minha infância, e com certeza, a de muitos de vocês também! Ela é engraçada, criativa, e muitooooo fofa! Atingiu em cheio as crianças, que ficaram enlouquecidas querendo os bichinhos de pelúcia, e as mamães, pois mostrava crianças lindas vestidas de mamíferos. Tinha um jingle incrível, que tocou tanto que não tinha como não entrar para a história da propaganda. Sem dúvida esse vídeo fez parte de uma das melhores campanhas publicitárias da década de 90. Com vocês, “Os mamíferos da Parmalat”.